Os fabricantes ficam ligados nos principais desfiles de moda para checar que cores serão tendência. Depois, ajustam essas informações ao perfil de suas consumidoras. Geralmente, é a equipe de marketing que cuida disso. Porém algumas empresas fazem até parcerias com estilistas.
2. Batizado do esmalte:
Esse é mais um trabalho para o marketing da empresa fabricante. O nome do esmalte geralmente tem a ver com a cor e a tendência em que ele foi insperado. Por exemplo, o Twiggy, da coleção Risqué pop 4 You, homenagens a modelo britânica de mesmo nome que virou ícone fashion dos anos 60. Já o Santo luxo, da Impala, é verde - escuro, uma cor muito usada nos vestidos da realeza.
3. Escolha dos ingredientes:
O departamento de controle de matérias - primas analisa cada uma delas se estão dentro dos
padrões de qualidade. As mais usadas são: solventes, resinas, agente plastificante (não deixa o esmalte ficar quebradiço) e, claro, os pigmentos, que são as cores. As embalagens também são analisadas nessa fase.
4. Com a mão na massa:
Os materiais são despejados em um tanque de aço inox para formar a base do esmalte. Tudo segue uma ordem definida, de acordo com as químicas de cada composto. Inicialmente, essa base é incolor - mas não tem nada a ver com aquelas bases fortalecedoras ou de extrabrilho é uma base - padrão, que vai virar o esmalte depois.
5. Controle de qualidade:
O pessoal do controle de qualidade checar se a base fabricada pode ir para a próxima etapa. Eles verificam, por exemplo, se a viscosidade e o odor dentro do padrão. Se houver algum problema, ainda dá tempo de corrigir! Se estiver tudo correto, é a hora de adicionar pigmentos na mistura para dar a cor. Depois, ela passa novamente por um controle de quantidade em que novas especificações são chegadas, como a textura. Só então o esmalte vai para os frascos e de lá... para suas mãos
Fonte: Revista capricho.

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